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KABASH - A Jornada para a Casa Interior

Milhares de anos nos separam dos antigos egÃpcios, mas, ainda assim, temos interesses em comum. Um bom exemplo é a busca daquele povo por mais equilÃbrio e bem-estar. Sim, eles praticavam meditação e nós lhe mostramos como. Confira!
Controle das emoções, saúde em dia, equilÃbrio interno, relaxamento total... Você acha que a busca por esses fatores é uma caracterÃstica moderna, conseqüência dos tempos atribulados em que vivemos hoje? Pois se engana. Se voltássemos quatro mil anos no tempo e aterrisássemos no Egito Antigo, descobrirÃamos um povo tão preocupado com a qualidade de vida quanto somos atualmente, possuidor de uma imensa sabedoria holÃstica que lhes garantia o equilÃbrio e a capacidade de prosperar a nÃveis estratosféricos. A boa notÃcia é que esse poderoso conhecimento ainda hoje pode ser bastante eficiente para quem procura saúde e paz de espÃrito.
O kabash, nome dado à sabedoria mantida pelos altos sacerdotes egÃpcios (que eram, além de grandes sábios, conselheiros dos faraós), reúne um profundo conhecimento sobre o homem e sua relação com o universo, em todos os planos.
A partir disso, ensina como canalizar nossa força interior para atingir um estado de superação, incinerando a ansiedade, medos, inseguranças e todo tipo de bloqueio emocional que nos impede de viver com plenitude.
Na prática, essa sabedoria é aplicada por meio do dabraká, que consiste na mentalização de combinações de letras que não possuem significado semântico, e sim valor energético.
Quando nos concentramos nelas, somos capazes de ordenar nossa aura, liberar o excesso de cargas negativas que acumulamos e também canalizar energias positivas do universo e da natureza.
Além, é claro, de darmos um bom mergulho dentro de nós mesmos, potencializando o autoconhecimento.
O apogeu desse conhecimento aconteceu há cerca de 3500 anos, durante o reinado do faraó Akhenaton (século 14 a.C.), que implantou no Egito o culto monoteÃsta ao deus do Sol. Para atrair o povo à nova forma de devoção contrária ao sistema politeÃsta, que vigorava até então, o rei abriu as portas dos templos, e parte do conhecimento dos sacerdotes se popularizou, incluindo noções de nutrição, higiene e, é claro, equilÃbrio de energia.
Ao longo dos séculos, no entanto, essa sabedoria, assim como boa parte da cultura egÃpcia, foi se perdendo, ficando restrita a alguns poucos grupos. Por isso, ainda hoje são raros os especialistas no assunto.
O principal deles é o uruguaio Manuel Berniger Litman mais conhecido como mestre Rolland, autor de quatro livros sobre a meditação do Egito e fundador do Instituto Nefru, presente no Uruguai, na Argentina e no Brasil. Com o objetivo de preservar e propagar esse conhecimento, os discÃpulos de Rolland transmitem os fundamentos do kabash e do dabraká de forma praticamente exclusiva no Brasil, são os únicos capacitados, o que mostra como a prática tornou-se restrita com o tempo.

